sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Os Dois Absurdos

1º - "Deus sempre existiu".
2º - "O Universo surgiu de uma explosão".

Primeiro vamos tentar entender o primeiro absurdo. Como pode Deus sempre ter existido? Nesse caso Deus seria o que? Matéria não poderia, nem qualquer outro tipo de energia, que exista no Universo, pois nesse caso Deus já existia. Então Deus não era/é nem um tipo de matéria ou energia. Bem, sendo assim você pode dizer que ele é feito de algo que vá além da matéria e energia, e que também pode raciocinar e falar? E ai eu te pergunto como? Pois se ele pode raciocinar ele tem que ter algum tipo de cérebro. E se pode falar, tem que ter algum tipo de boca. Então Deus é formado por algum tipo de matéria diferente da nossa. E ai eu te pergunto: De onde veio essa matéria que Deus é formado (ou que formou Deus)? E se você for tentar me responder vai estar concordando que Deus nem sempre existiu, mas que foi formado por alguma outra matéria.

Agora vamos para o segundo absurdo. Do nada os elementos principais se separam e surge uma grande explosão? Sendo assim, de onde surgiram esses elementos antes da explosão? Se você for me dizer que eles sempre existiram teremos que voltar ao primeiro absurdo, e constatar que não é possível algo sempre ter existido.

A conclusão é simples: Os dois absurdos estão ligados. Deus que nem sempre existiu (foi criado por algo), criou o nosso Universo.

Mas a questão principal mesmo é: Se as coisas não surgem do nada, e não podem ter existido sempre. Então... Quem ou o que criou Deus ou o Universo de Deus? E quem ou o que criou o cara ou a coisa que criou Deus ou o Universo de Deus? E quem ou o que criou o cara ou a coisa, que criou o cara ou a coisa que criou Deus ou o Universo de Deus?

Pensando sobre essa questão, percebe-se que não a um início, um começo, pois sempre algo está surgindo de algo e assim por diante, não acaba, não termina, não a um inicio nem um fim!
Isso sim é o Maior Mistério da Humanidade, por ser completamente inexplicável.

Ou talvez haja uma explicação, que ainda não sabemos ou não temos capacidade de entender.

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